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terça-feira, 8 de maio de 2012

nomes - Wole Soyinka



Wole Soyinka nasceu em 13 de julho de 1934 em Isara, na Nigéria. Seu pai, Ayo, era um diretor na escola primária de São Pedro em Ake Abeokuta. Foi exposto como uma criança aos deuses tribais e folclore e foi consagrado por seu avô para o deus Ogun. Ao mesmo tempo, sua mãe era cristã devota. Uma criança com enorme curiosidade e sensibilidade, Soyinka começou a estudar na escola de seu pai e ascendeu nas fileiras até que ele completou seu diploma de bacharel com especialização em Inglês na Universidade de Leeds, na Inglaterra.


Enquanto Soyinka foi estudar na Europa, as tensões eram altas em sua terra natal. Soyinka havia retornado da Europa para a Nigéria em 1959, enquanto o país estava apenas começando a quebrar. Na maior parte de sua vida, Soyinka foi influenciado por valores ocidentais, estilo de vida e arte. Ao retornar, ele se envolveu nos preparativos para a independência do país, mas ele foi capaz de olhar para a situação com os olhos de um forasteiro. Ele se opôs à corrupção e do governo civil. Sua contribuição para a causa foi  escrever uma série de peças sobre poder corrupto. Nestas peças, ele mistura referências às tradições iorubás com arte européia e á filosofia. Esta característica fez dele uma voz única na literatura e política cultural.


fonte: http://puzzlingoverpound.blogspot.com.br
foto sem crédito

sábado, 5 de maio de 2012

cores


Mulher Herero - Namíbia

foto sem crédito

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

cores


África

foto sem crédito

sábado, 12 de junho de 2010

nomes - nelson mandela

esta foto de Nelson Mandela foi proibida de ser exibida e era ilegal a sua posse. Foi tirada nos anos 60 e mostra Mandela em trajes de sua tribo. Somente após a libertação de Mandela, nos anos 90 do século XX, é que sua divulgação passou a ser permitida.

Um raro momento em que se vê o jovem Nelson que dedicou a sua vida à liberdade na África do Sul mesmo encarcerado por 30 anos.

"A luta é a minha vida. Continuarei a lutar pela liberdade até o fim de meus dias."

foto sem crédito.

cores - menina de mali

etnia Bozo

foto sem crédito

sábado, 10 de janeiro de 2009

cores - arte moderna - áfrica



fonte: http://www.artafrica.info/html

nomes - antónio cardoso - angola

A rosa imaginária...

É preciso que fique escrito
antes que a tua baba peçonhenta
nos corrompa a palavra
de ti, só se ouvirá no fim da noite
o ranger de dentes
que teu ódio acalenta
inútil e partido!

Sabes Velho Histérico
o que é Ter 29 anos, e sol
e vida?!

Acordar todas as manhãs
com a rosa imaginária
que não dou ao meu amor??

Sabes Velho Histérico
o que é Ter 29 anos, e sol
e vida?
nessa catacumba
de esqueletos onde moras?!

Sabes Velho Histérico
onde está o ventre de mundo
que seria um dia, o meu?!
Aonde está a criança
que não nasceu
nesse ventre de mundo
que seria, um dia, o meu??

Berra Velho Histérico
ainda
a tua ordem
enquanto não chega o vento!

Berra Velho Histérico
na rádio e no jornal
ainda
a tua ordem
enquanto montado no vento
não chega o fim da noite!

... e a rosa imaginária
que vou dar ao meu amor...

Panfleto (poético)


Poeta angolano, preso pela PIDE (polícia portuguesa) em 1959 e de novo em 1961, só sendo libertado a 1 de maio de 1974, depois de ter passado cerca de três anos em cadeias de Luanda e aproximadamente dez no Campo de Concentração do Tarrafal, fato que marcou muito a sua obra. Após a independência, exerceu funções superiores na Rádio Nacional e na Secretaria de Estado da Cultura.

fonte: http://betogomes.sites.uol.com.br/AntonioCardoso.htm#BIOGRAFIA

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

cores - himba - namíbia


The pretiest girl in town
Himba - tribo semi-nômade da Namíbia
Foto: Dror Yalon

sábado, 7 de junho de 2008

nomes - agostinho neto

kinaxixi

Gostava de estar sentado
num banco do kinaxixi
às seis horas duma tarde muito quente
e ficar...
Alguém viria
talvez sentar-se
sentar-se ao meu lado
E veria as faces negras da gente
a subir a calçada
vagarosamente
exprimindo ausência no kimbundu mestiço
das conversas
Veria os passos fatigados
dos servos de pais também servos
buscando aqui amor ali glória
além uma embriagues em cada álcool
Nem felicidade nem ódio
Depois do sol posto
acenderiam as luzes
e eu
iria sem rumo
a pensar que a nossa vida é simples afinal
demasiado simples
para quem está cansado e precisa de marchar.

livro: Sagrada Esperança, 1974, Lisboa, Sá da Costa

poeta angolano, um dos fundadores da Revista Momento, preso e enviado a Cabo Verde foi, depois, o primeiro presidente de Angola.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

cores - ogiek

Um dos últimos povos caçadores Ogiek sobreviventes - África

sábado, 29 de dezembro de 2007

cores - arquitetura - mali

Mesquita de Bandiagra - Mali

Homem de coroa e mulheres da etnia dos dogons

fonte: www.ricardocosta.com

cores - etnia herero - namíbia


terça-feira, 4 de dezembro de 2007

nomes - simeão cachamba

Xikalamidade

de Simeão Cachamba
Se um dia me viste a vagar as ruas da cidade
(qual molweni atribulado na sua vagabundagem)
o corpo constelado de remendos, quase seminu
todavia por todos poros respirando dignidade

hás-de me ver hoje envolto em nova embalagem
caso cruze denovamente a mesma esquina com tu
Não me pergunte o raio por que deixava eu esta
indumentária envelhecer lá bem no fundo do baú

Um pouco de bom-senso e apenas dois dedos de testa
e saberás que ninguém grama de andar com o corpo nu
Se antes de minhas foram alguém que eu desconheço
estas <> coçadas que ao meu corpo se ajustam bem
como se feitas por encomenda, com as medidas que eu meço
é porque em estado natural sempre iguais são os homens

polana/85

"XIKALAMIDADE: Xipamanine - mercado onde se vende grande quantidade de Calamidade - roupas doadas para os países do terceiro mundo, e que neste são comercializadas
MOLWENI: rapaz da rua"

Simeão Cachamba - poeta moçambicano

cores - arquitetura

Universidade de Sankore, Mali, construída por volta do séc. IX.

fonte:www.ricardocosta.com


domingo, 2 de dezembro de 2007

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

cores - nova guiné


fonte: National Geographic